Secretaria de Saúde inicia ano com capacitações de servidores em Nova Mutum

31/01/2018 08h42 - Atualizado em 31/01/2018 08h42
Por: Assessoria

A Secretaria Municipal de Saúde deu início ao ano de 2018 cumprindo intensivo calendário de capacitações à servidores ligados a área da saúde em Nova Mutum.

 

Dentre as ações já realizadas está a de Tétano Acidental e Febre Amarela, ministradas pela médica infectologista Luana Araújo. "Estamos fazendo uma capacitação geral com o corpo de saúde do município, todos os profissionais tem de estar preparados, capacitados e instruídos sobre estas doenças que estamos tratando aqui, para atender com o máximo de profissionalismo a população", destaca a médica.

"Com estes esclarecimentos do especialista relembramos o que já aprendemos e atualizamos as informações. Nosso objetivo é repassar isso em forma de excelente atendimento para a comunidade", destaca o enfermeiro que atua no Distrito de Ranchão, Edmar José de Souza.

 

Dentre as capacitações estiveram temas como ‘Formação em Pré-Natal do Parceiro’, ministrada pela enfermeira Jaqueline Leidentz e tabela de Snellen na triagem oftalmológica, ministrada pelo médico Sérgio Villela. Ao todo mais de 70 profissionais passaram pelas formações que estão sendo realizadas no auditório da secretaria de saúde.

 

As ações compõem o Plano Municipal de Educação Permanente 2018 (PAMEPS), construído coletivamente através da Comissão Intersetorial de Ensino e Serviço (CIES) e que prevê um calendário de atividades ao longo de todo o ano.

"É fundamental nossos profissionais passarem por capacitações, principalmente por doenças que vem acometendo a população brasileira. Todos eles tem de ter a mesma conduta de excelência, seja na condução do tratamento do paciente ou mesmo do esclarecimentos de dúvidas simples", destaca a gerente de Vigilância em Saúde, Luciane Mayer.

 

"Participam das capacitações todos os nossos servidores, inclusive os que atuam em comunidades rurais do interior. Toda a capacitação é fundamental, seja o registro da doença constante ou não", ressalta Juciane Pereira de Lima, coordenadora Vigilância Epidemiológica.